Atividades ao ar livre e de auto(eco)conhecimento fazem parte da recreação de verão

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A recreação de verão da Escola tem tudo o que a criançada gosta: brincadeiras divertidas, expressão artística, atividades ao ar livre e de auto(eco)conhecimento, contato com a natureza e os animais. Tudo isso numa interação constante e diária com o bosque e os animais da Amigos do Verde. A programação segue até o dia 10 de fevereiro e as inscrições podem ser feitas por semana. Para os interessados em conhecer a Escola, esta é uma ótima oportunidade, porque a programação é aberta para crianças de outras instituições.

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Amigos do Verde denuncia impactos da obra da Cristóvão Colombo

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A Escola Amigos do Verde ingressou com denúncia no Ministério Público Estadual – Promotoria de Justiça de Habitação e Defesa da Ordem Urbanística e Promotoria de Justiça da Infância e da Juventude e ao Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (CREA-RS) sobre os impactos da obra da trincheira da Avenida Cristóvão Colombo na instituição.

Na ação, encaminhada no dia 9 de janeiro de 2017, a Escola acusa o não cumprimento de prazos e compromissos por parte da Prefeitura Municipal de Porto Alegre e da EPT, empresa construtora, e pede providências para a imediata finalização do muro que circunda o terreno e a devolução da sala liberada para a reconstrução de parte desse muro demolido pela obra.

A Escola também exige a reposição das placas de identificação – retiradas sem autorização e extraviadas – e respeito ao decreto nº 18.585 de proteção ambiental, não permitindo a remoção de mais árvores na reconstrução da parte do muro situado na Rua Honório Silveira Dias.

A direção afirma que há um descaso recorrente da Prefeitura e da construtora, desde o início das obras, há dois anos, e após um longo processo de tratativas e reuniões de negociação da Escola com representantes do governo municipal no ano passado.

O muro de pedra que circunda o terreno teve o segmento da Cristóvão demolido para permitir o recuo necessário para a construção da trincheira e o alargamento da via. Em agosto, esse lado do muro, que estava sendo reconstruído pela prefeitura/EPT, e em estágio final, quase encontrando a esquina com a Honório Silveira Dias, tombou.

Em consequência das intervenções nesse trecho, a parte do muro em frente à Honório, que estava em perfeitas condições até as obras começarem, sofreu uma inclinação, observada em junho de 2016. O laudo feito pelo engenheiro Ricardo Silva confirmou a responsabilidade da obra da trincheira pelos impactos e foi enviado à SMOV. Mas, no dia 30 de setembro, a Secretaria Municipal de Urbanismo notificou a Escola, solicitando a manutenção do muro em um prazo de 60 dias, colocando a Instituição como responsável pelas avarias evidenciadas.

Para a diretora Luna Behrends, “atitudes como estas demonstram descaso com um patrimônio histórico da cidade e falta de comprometimento e de respeito com uma instituição que tem uma trajetória de 33 anos, que atende hoje 200 alunos e é reconhecida (pelo Instituto Ashoka) como uma das 12 ‘escolas transformadoras’ do país”.